Sergipe uniu-se ontem, domingo, 07 de dezembro, ao Dia Nacional de Mobilização “Mulheres Vivas – Feminicídio NÃO!”, realizando um significativo ato público que teve sua concentração nos Arcos da Orla de Atalaia, em Aracaju. A atividade integrou uma robusta agenda nacional de enfrentamento à violência contra as mulheres, convocando a sociedade sergipana a manifestar seu veemente repúdio contra o avanço dos casos de feminicídio e das demais formas de violência machista que continuam a assolar o país.
O evento buscou, sobretudo, dar visibilidade à grave realidade enfrentada pelas mulheres brasileiras, em um cenário em que o Brasil se consolidou como o 5º país mais violento do mundo para o gênero feminino, registrando, à época da convocação, uma média de 15 tentativas de feminicídio por dia e 4 mulheres assassinadas diariamente.
A mobilização em Sergipe ocorreu também como uma resposta direta e necessária aos brutais casos de violência que foram noticiados nos dias que antecederam o ato, como os de Allane de Souza e Layse Costa, que tiveram suas vidas interrompidas por feminicídio no Rio de Janeiro, e de Tainara Souza e Evelyn de Souza, que sobreviveram a tentativas brutais, além de homenagear e dar voz a todas as mulheres que já sofreram ou que se encontravam em situação de violências de gênero.
A iniciativa contou com a ampla participação de organizações sociais, coletivos feministas, movimentos populares, mães, jovens, mulheres em sua diversidade e homens aliados na luta intransigente por uma vida livre de violência. O objetivo primordial da concentração foi fortalecer a mobilização e o apelo social pela urgência do combate e enfrentamento ao feminicídio e às violências machista, sexual e misógina no país, com um foco crucial na proteção das vidas das mulheres e meninas negras, que são historicamente as mais atingidas por esses crimes, conforme dados oficiais.
Diante do crescimento alarmante dos índices de violência, a organização local do ato reforçou a importância da mobilização coletiva, transmitindo uma mensagem uníssona: “Foi preciso dizer basta. O Brasil precisou ouvir a nossa voz”. O protesto realizado ocupou não apenas as ruas da capital sergipana, mas também ganhou as redes sociais, onde a hashtag #MulheresVivas teve ampla circulação, conseguindo engajar e incentivar a participação de uma parcela significativa da população sergipana na defesa da vida das mulheres.
Com informações: CUT Sergipe
Sergipe uniu-se ontem, domingo, 07 de dezembro, ao Dia Nacional de Mobilização “Mulheres Vivas – Feminicídio NÃO!”, realizando um significativo ato público que teve sua concentração nos Arcos da Orla de Atalaia, em Aracaju. A atividade integrou uma robusta agenda nacional de enfrentamento à violência contra as mulheres, convocando a sociedade sergipana a manifestar seu veemente repúdio contra o avanço dos casos de feminicídio e das demais formas de violência machista que continuam a assolar o país.
O evento buscou, sobretudo, dar visibilidade à grave realidade enfrentada pelas mulheres brasileiras, em um cenário em que o Brasil se consolidou como o 5º país mais violento do mundo para o gênero feminino, registrando, à época da convocação, uma média de 15 tentativas de feminicídio por dia e 4 mulheres assassinadas diariamente.
A mobilização em Sergipe ocorreu também como uma resposta direta e necessária aos brutais casos de violência que foram noticiados nos dias que antecederam o ato, como os de Allane de Souza e Layse Costa, que tiveram suas vidas interrompidas por feminicídio no Rio de Janeiro, e de Tainara Souza e Evelyn de Souza, que sobreviveram a tentativas brutais, além de homenagear e dar voz a todas as mulheres que já sofreram ou que se encontravam em situação de violências de gênero.
A iniciativa contou com a ampla participação de organizações sociais, coletivos feministas, movimentos populares, mães, jovens, mulheres em sua diversidade e homens aliados na luta intransigente por uma vida livre de violência. O objetivo primordial da concentração foi fortalecer a mobilização e o apelo social pela urgência do combate e enfrentamento ao feminicídio e às violências machista, sexual e misógina no país, com um foco crucial na proteção das vidas das mulheres e meninas negras, que são historicamente as mais atingidas por esses crimes, conforme dados oficiais.
Diante do crescimento alarmante dos índices de violência, a organização local do ato reforçou a importância da mobilização coletiva, transmitindo uma mensagem uníssona: “Foi preciso dizer basta. O Brasil precisou ouvir a nossa voz”. O protesto realizado ocupou não apenas as ruas da capital sergipana, mas também ganhou as redes sociais, onde a hashtag #MulheresVivas teve ampla circulação, conseguindo engajar e incentivar a participação de uma parcela significativa da população sergipana na defesa da vida das mulheres.
Com informações: CUT Sergipe