A engenharia e a agronomia de Sergipe definiram uma mudança histórica no comando de sua autarquia regional com a vitória da chapa de oposição liderada pelo engenheiro Diego Vieira, eleito presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Sergipe com 963, superando o candidato Dilson de Jesus Silva, que obteve 742 votos no pleito do último dia três de julho. A votação, que mobilizou 1754 profissionais de um colégio eleitoral de 5140 eleitores aptos, também consolidou a vitória da oposição na Diretoria Regional da Mútua, elegendo Daniel Brito como diretor-geral com 1019 votos frente aos 662 de André Araújo, além de Rodolfo Conceição para a diretoria administrativa com 850 votos e Alexsandro Meireles para a diretoria financeira com 925 votos. No cenário federal, a apuração realizada em Brasília confirmou a reeleição do engenheiro Vinícius Marchese na presidência do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia com 84887 votos em todo o país.
O desfecho desfavorável para a situação reflete o desgaste profundo de uma gestão que ficou marcada por graves problemas administrativos, autoritarismo e denúncias severas que revoltaram a categoria profissional e o corpo funcional da autarquia. O ponto central de desgaste ocorreu após vir a público o escândalo da compra de um veículo de luxo do modelo BYD Song Plus Hybrid, adquirido com dinheiro do conselho por cerca de duzentos e vinte e quatro mil novecentos e noventa reais para uso próprio do atual presidente, Dilson de Jesus Silva. O caso motivou uma Ação Civil Pública por parte do SINDISCOSE na Justiça Federal devido à ausência total de dados da compra no Portal da Transparência, à retirada dos adesivos de identificação institucional logo após o emplacamento e aos flagrantes do carro de luxo estacionado em frente à empresa privada do gestor. Esse cenário de desvio de finalidade pública somou-se à insatisfação generalizada contra a implementação de um novo Regulamento de Pessoal considerado autoritário, que também foi acionado judicialmente pelo sindicato para frear a perseguição e a retirada de direitos dos servidores, evidenciando uma administração que preferiu o distanciamento técnico e a arrogância institucional.
Diante do novo cenário político desenhado pelo voto de mudança, o Sindicato dos Servidores em Conselhos e Ordens de Fiscalização Profissional do Estado de Sergipe reafirma a sua autonomia e destaca que o resultado eleitoral é uma resposta direta e legítima da base profissional contra os abusos e a falta de transparência que dominaram a autarquia nos últimos anos. A entidade sindical reitera que se manterá firme, vigilante e em prontidão a partir de primeiro de janeiro de dois mil e vinte e sete para garantir que a nova administração dialogue de forma respeitosa com os trabalhadores. O sindicato enfatiza que a prometida renovação no conselho regional só se consolidará na prática através da efetiva valorização do corpo funcional, do restabelecimento da transparência pública, do respeito às decisões judiciais e do avanço real nas mesas de negociação coletiva para assegurar os direitos dos servidores que sustentam o funcionamento da autarquia.
A engenharia e a agronomia de Sergipe definiram uma mudança histórica no comando de sua autarquia regional com a vitória da chapa de oposição liderada pelo engenheiro Diego Vieira, eleito presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Sergipe com 963, superando o candidato Dilson de Jesus Silva, que obteve 742 votos no pleito do último dia três de julho. A votação, que mobilizou 1754 profissionais de um colégio eleitoral de 5140 eleitores aptos, também consolidou a vitória da oposição na Diretoria Regional da Mútua, elegendo Daniel Brito como diretor-geral com 1019 votos frente aos 662 de André Araújo, além de Rodolfo Conceição para a diretoria administrativa com 850 votos e Alexsandro Meireles para a diretoria financeira com 925 votos. No cenário federal, a apuração realizada em Brasília confirmou a reeleição do engenheiro Vinícius Marchese na presidência do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia com 84887 votos em todo o país.

O desfecho desfavorável para a situação reflete o desgaste profundo de uma gestão que ficou marcada por graves problemas administrativos, autoritarismo e denúncias severas que revoltaram a categoria profissional e o corpo funcional da autarquia. O ponto central de desgaste ocorreu após vir a público o escândalo da compra de um veículo de luxo do modelo BYD Song Plus Hybrid, adquirido com dinheiro do conselho por cerca de duzentos e vinte e quatro mil novecentos e noventa reais para uso próprio do atual presidente, Dilson de Jesus Silva. O caso motivou uma Ação Civil Pública por parte do SINDISCOSE na Justiça Federal devido à ausência total de dados da compra no Portal da Transparência, à retirada dos adesivos de identificação institucional logo após o emplacamento e aos flagrantes do carro de luxo estacionado em frente à empresa privada do gestor. Esse cenário de desvio de finalidade pública somou-se à insatisfação generalizada contra a implementação de um novo Regulamento de Pessoal considerado autoritário, que também foi acionado judicialmente pelo sindicato para frear a perseguição e a retirada de direitos dos servidores, evidenciando uma administração que preferiu o distanciamento técnico e a arrogância institucional.
Diante do novo cenário político desenhado pelo voto de mudança, o Sindicato dos Servidores em Conselhos e Ordens de Fiscalização Profissional do Estado de Sergipe reafirma a sua autonomia e destaca que o resultado eleitoral é uma resposta direta e legítima da base profissional contra os abusos e a falta de transparência que dominaram a autarquia nos últimos anos. A entidade sindical reitera que se manterá firme, vigilante e em prontidão a partir de primeiro de janeiro de dois mil e vinte e sete para garantir que a nova administração dialogue de forma respeitosa com os trabalhadores. O sindicato enfatiza que a prometida renovação no conselho regional só se consolidará na prática através da efetiva valorização do corpo funcional, do restabelecimento da transparência pública, do respeito às decisões judiciais e do avanço real nas mesas de negociação coletiva para assegurar os direitos dos servidores que sustentam o funcionamento da autarquia.